Visto de estudo Portugal (D4)

Homem visto de cima, estudando em uma escrivaninha com vários cadernos e papéis em cima, além de cabos de celular, uma xícara de café e um óculos

Visto de estudo Portugal (D4): o que é e quais são as vantagens?

Quando o assunto são estudos no exterior, muitos brasileiros optam por ingressar em uma universidade portuguesa, seja pela facilidade com o idioma ou pela qualidade da educação no país lusitano. 

Devido à isso, há um visto específico para aqueles que desejam estudar em Portugal: o D4. Mas como ele funciona? E quem pode consegui-lo? Estas e outras questões serão respondidas ao longo deste artigo.

Homem visto de cima, estudando em uma escrivaninha com vários cadernos e papéis em cima, além de cabos de celular, uma xícara de café e um óculos

Índice do artigo

O que é o visto de estudo em Portugal (D4)?

O visto de estudos em Portugal é uma autorização concedida pelo governo português a estrangeiros que desejam estudar no país por mais de 90 dias, nos mais diversos níveis educacionais: escola secundária, graduação, pós-graduação, mestrado, doutorado, pós-doutorado, intercâmbio, estágio, investigação científica e voluntariado.

O tipo de visto outorgado varia de acordo com o tempo de permanência em Portugal:

● De 90 dias a 12 meses: deverá ser solicitado o Visto de Estada Temporária (E9)

● Superior a 12 meses: deverá ser solicitado o Visto de Residência para Estudos (D4)

Quais os requisitos e documentos para conseguir o visto D4?

O requisito mais importante e imprescindível para conseguir o visto de estudo em Portugal é a carta de aceite da universidade de escolha. Ou seja, é necessário ter sido aprovado e estar matriculado na instituição de ensino portuguesa na qual deseja estudar.

Vale ressaltar que a nota do Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM) brasileiro é aceita por várias instituições portuguesas, como a Universidade de Coimbra, a Universidade do Porto, a Universidade de Lisboa, a Universidade de Aveiro, a Universidade do Algarve, etc. Além disso, dependendo da universidade a qual deseja se candidatar, podem ser usadas as notas do ENEM de 3 a 5 anos anteriores ao pedido de ingresso nas universidades em Portugal.

Uma novidade recente é que, no caso do visto de residência (D4) – aquele para cursos com duração de, pelo menos, 1 ano -, os cidadãos membros de países de Língua Oficial Portuguesa ficam dispensados de comprovar meios de subsistência! Isso vale para aqueles que foram aceitos em uma instituição de ensino superior.

No caso de cursos inferiores a um ano (E9), ou em demais instituições de ensino, o governo exige uma comprovação de que você conseguirá manter-se em Portugal pelo período do curso. Assim, um dos documentos exigidos para conseguir o visto de estada temporária (E9) é um comprovante de uma renda mínima mensal equivalente ao salário-mínimo do país na data do pedido.

A renda pode ser comprovada por meio do Imposto de Renda, holerites, extratos bancários ou rendimentos em investimentos, e pode estar em nome do requerente ou de terceiros, como o pai ou a mãe.

Outro requisito para conseguir os dois tipos de visto é o seguro de saúde, que precisa ter cobertura pelo período do curso ou – nos casos de cursos mais longos – de pelo menos 1 ano.

Alguns documentos básicos exigidos para conseguir o visto de estudante D4 também deverão ser apresentados, como o passaporte dentro da data de validade, fotos 3×4 e antecedentes criminais para maiores de 16 anos.

Onde solicitar o visto de estudo (D4)?

Todos os vistos hoje são solicitados através da VFS Global, empresa terceirizada para realizar esse serviço, que tem cinco centros de solicitação espalhados pelo país:

● Nova Lima/MG: responsável pelo estado de Minas Gerais;

● Brasília/DF: responsável pelo Distrito Federal e os estados de Goiás, Tocantins, Rondônia e Mato Grosso;

● Salvador/BA: responsável por todos os estados do Nordeste;

● Rio de Janeiro/RJ: responsável pelos estados do Rio de Janeiro, Espírito Santo, Pará, Amazonas, Acre, Maranhão, Amapá e Roraima;

● São Paulo/SP: responsável pelos estados de São Paulo, Mato Grosso do Sul, Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina.

Quanto custa o visto de estudo em Portugal (D4)?

O custo do visto de estudo em Portugal, em 2024, está em:

Visto D4: R$ 654,56 (taxa consular R$ 500,31 + taxa de transferência R$ 15,27 + taxa de processamento R$ 138,98) + serviços utilizados.
Visto E9: R$ 659,18 (taxa consular R$ 505,49 + taxa de transferência R$ 13,27 + taxa de processamento R$ 140,42) + serviços utilizados.

Esse valor é fixado no euro e, por isso, constantemente sofre alterações!

Quanto tempo demora para sair o visto de estudo?

O prazo estimado de conclusão dos pedidos de visto, pela VFS, é de 60 a 90 dias. Pode haver variação a depender do tipo de visto requerido – de Estada Temporária ou de Residência para Estudos – e da necessidade de mais informações por parte do governo português, que pode vir a retardar o processo.

Por isso, é importante analisar todos os documentos antes de serem enviados para solicitar o visto. Assim, evita-se demoras na emissão e no ingresso à instituição de ensino em Portugal.

Quais as vantagens do visto D4?

O visto de estudo em Portugal abre a possibilidade para que o requerente consiga a residência portuguesa permanente. Isso porque, depois de 5 anos vivendo legalmente no país, é possível conseguir a nacionalidade por tempo de residência.

Além disso, os familiares da pessoa interessada em estudar em Portugal também podem conseguir o direito a viver no país legalmente. Isso porque o visto D4 abre a possibilidade de que o titular faça o reagrupamento familiar, ou seja, leve pais, cônjuge, companheiro, filhos ou outros membros da família para viver consigo.

No caso de estender o direito ao visto português aos demais familiares, é necessário comprovar a subsistência e tramitar o visto deles junto com o principal, se forem solicitados ainda no Brasil. No caso de pedi-los em Portugal, o procedimento pode ser feito diretamente na AIMA (Agência para a Integração, Migrações e Asilo).

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Quer realizar o sonho de estudar em Portugal, mas ainda não está seguro de passar pelo processo de conseguir o visto D4 sozinho? A Você Português pode te ajudar!

Somos uma empresa de assessoria jurídica para a obtenção de nacionalidade portuguesa, e cuidamos de toda a parte burocrática para que você consiga a tão sonhada cidadania europeia de forma simples e descomplicada.

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Imposto de Renda em Portugal: quem deve pagar e como se aplica

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Imposto de Renda em Portugal: quem deve pagar e como se aplica

Mudar de país pode ser o sonho de muitas pessoas, e Portugal vem sendo um dos destinos mais escolhidos por brasileiros para construir uma nova vida nos últimos anos. No entanto, é importante conhecer as regras e leis do país antes de se mudar, como o Imposto de Renda em Portugal.

Prestar contas com o leão é algo que costuma ser complicado até mesmo no país de origem, de forma que fazer isso no estrangeiro pode ser um grande desafio para alguns. Para evitar dor de cabeça e surpresas desagradáveis ao chegar no país lusitano, a Você Português te conta o básico sobre a tributação em Portugal.

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Índice do artigo

Qual é o Imposto de Renda em Portugal?

A tributação de renda do país ibérico se chama Imposto sobre o Rendimento de Pessoas Singulares, conhecido como IRS. Ele é cobrado anualmente e equivale ao Imposto de Renda sobre Pessoa Física (IRPF) aqui do Brasil, um dos mais conhecidos quando se fala na taxa cobrada pelo governo.

Além do IRS, outros dois impostos que incidem sobre a  remuneração dos portugueses são: o Imposto sobre o Rendimento de Pessoas Coletivas (IRC) e o Derrama. Ambos se relacionam com a tributação de empresas. O primeiro, equivalente ao Imposto de Renda de Pessoa Jurídica (IRPJ), é pago ao governo federal.  O Derrama, por sua vez, é um imposto municipal que tem como principal objetivo o financiamento de investimentos dentro do município.

Neste texto, abordaremos apenas o IRS, deixando o IRC e o Derrama para serem explorados em outra oportunidade.

Quem deve pagar o IRS?

Pela lei portuguesa, todos aqueles que permanecerem mais de 183 dias no território do país durante um mesmo ano – contando a partir de 1º de janeiro até 31 de dezembro – são considerados residentes fiscais e, portanto, têm que declarar o IRS. Isso também se aplica a estrangeiros que não sejam residentes, mas possuam patrimônio tributável em Portugal. Dispensa do imposto de renda

Existem algumas situações em que o imposto de renda não é cobrado:

  • Rendimentos tributados pelas taxas liberatórias, ou seja, nos quais uma parcela já foi retida na fonte;
  • Rendimentos anuais de trabalho ou pensões inferiores a €8.500, que não tenham sido tributados na fonte;
  • Rendimentos decorrentes de subsídios na Política
  • Agrícola Comum (PAC) com um valor inferior a €1.743,04;
  • Rendimentos isolados até €1.743,04.

Dispensa do imposto de renda

Há algumas situações nas quais o imposto de renda não é cobrado em Portugal. Se enquadram os seguintes casos:

    • Rendimentos tributados pelas taxas liberatórias, ou seja, nos quais uma parcela já foi retida na fonte;
    • Rendimentos anuais de trabalho ou pensões inferiores a €8.500, que não tenham sido tributados na fonte (no caso de pensões alimentícias, o limite é de €4.104);
    • Rendimentos decorrentes de subsídios na Política Agrícola Comum (PAC) com um valor inferior a €1.743,04 – quatro vezes o valor do Indexante de Apoios Sociais (IAS), que serve de referência à Segurança Social em Portugal (as subvenções podem ser acumuladas com rendimentos do trabalho dependente ou pensões, desde que o montante não exceda €4.104);
    • Rendimentos isolados até €1.743,04, quatro vezes o valor do IAS.

Vale destacar que esta regra não se aplica em alguns casos, como: tributação conjunta (de casais); recebimento de rendimentos em espécie; obtenção de renda não destinada à aposentadoria ou prestações a cargo de companhias de seguros devidas em regimes complementares de segurança social; e pensões de alimentos superiores a €4.104 tributadas com taxa de 20%.

Características gerais do IRS

No geral, o imposto de renda em Portugal é parecido com o brasileiro. Ele também é tributado anualmente, e serve como uma forma de avaliar se o contribuinte deve pagar à receita ou ser ressarcido mediante o que pagou ao longo do ano. Além disso, o  valor a ser pago varia conforme a remuneração do cidadão.

Escalões do IRS

As porcentagens que definem quanto cada contribuinte deve pagar de imposto à União são conhecidas como os escalões do IRS. Elas são progressivas, ou seja, quanto mais rendimentos uma pessoa tiver, mais ela terá que pagar de impostos. Confira a tabela abaixo:

Tabela dos escalões do imposto de renda em Portugal










Tabela de retenção do IRS

A tabela de retenção do IRS se assemelha ao Imposto de Renda Retido na Fonte (IRRF) brasileiro. Assim, ela define qual a porcentagem dos rendimentos que será retida mensalmente pelo imposto de renda.

Como mencionado acima, a tributação anual também serve como uma maneira de identificar se os impostos pagos pelo contribuinte foram superiores ou inferiores aos que deveriam ter sido cobrados. Mediante o resultado da conta, o indivíduo pode ter que pagar mais dinheiro ou ser ressarcido pelo governo.

Vale destacar que há nove tabelas de retenção diferentes, que variam de acordo com a região na qual o indivíduo vive – Continente, Região Autônoma da Madeira ou Região Autônoma dos Açores – aos rendimentos e à vida familiar, entre outros aspectos. Elas podem ser consultadas no site das Finanças.

Categorias do IRS

Além disso, o Imposto de Renda em Portugal se divide em seis categorias, representadas por letras. Elas compreendem áreas específicas de rendimento:

Tabela com as categorias do IRS e as respectivas áreas onde se aplicam

Estatuto especial: residente não habitual

Uma característica diferente do imposto de renda em Portugal é o Estatuto especial de Residente Não Habitual (RNH). Ele se aplica a estrangeiros e a portugueses que viveram, pelo menos, cinco anos fora do país ibérico.

O RNH é um regime fiscal que estabelece uma categoria especial, oferecendo uma redução de impostos àqueles que estiveram um longo período sem ser tributados como residentes fiscais. A vantagem deste tipo de imposto é uma taxa menor de IRS, principalmente se a atividade for considerada de “elevado valor acrescentado”, como são as de diretores de empresas, médicos e professores do ensino superior.

Se aplica a residentes estrangeiros ou portugueses que tenham estado fora do país por mais de 5 anos, e incide sobre rendimentos provenientes de trabalho qualificado, passivos e pensões.

No entanto, é necessário ser residente em Portugal antes de inscrever-se para este estatuto especial. Assim, a cidadania lusitana pode ser uma vantagem para aqueles que queiram pagar menos impostos.

Você pode saber mais sobre como utilizar o Regime RNH em detalhes no site da Settee, nosso parceiro em estratégias de internacionalização e investimentos internacionais.

Conheça os serviços da Você Português

A Você Português oferece assessoria jurídica a todos que queiram se mudar para Portugal. Seja falando diretamente com as Conservatórias portuguesas ou analisando seus documentos, te ajudamos no que for necessário ao longo do processo de obtenção da segunda cidadania, com taxas justas e transparentes, ou seja, sem surpresas no final do processo.

Além disso, contamos com uma rede de parceiros especializados em panejamento tributário para você reduzir legalmente seus impostos e proteger seu patrimônio.

Ficou interessado? Fale conosco pelo e-mail ou pelas redes sociais!

Reconheça a sua cidadania Europeia

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Cidadania como seguro de proteção: o que é e quais as vantagens

Cidadania como seguro de proteção: o que é e quais as vantagens

Ter um segundo passaporte pode ser benéfico quando se pensa em possíveis problemas que talvez surjam no país de origem, como golpes de Estado ou instauração de regimes ditatoriais, que apreendem documentos dos cidadãos. Neste cenário, é possível encarar uma segunda cidadania como seguro de proteção e uma saída rápida desta circunstância.

Entenda como conseguir a cidadania de outro país pode te salvar de situações extremas, e ainda conheça a assessoria da Você Português, que te ajuda neste processo.

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Maior mobilidade entre fronteiras

Quanto mais passaportes uma pessoa tiver, mais países ela conseguirá visitar sem depender de um visto de viagem. Cada nação estabelece suas próprias regras e as nacionalidades aceitas sem a necessidade de vistos. Por exemplo: um cidadão português pode viajar aos Estados Unidos somente com o passaporte, enquanto um brasileiro precisará do documento adicional; já a Rússia aceita brasileiros sem visto, mas exige que portugueses tenham a declaração.

Mas em que isso ajuda no caso de um governo autocrático? A história nos mostra que, em alguns momentos, ficou proibido a liberdade de locomoção e entrada de pessoas que não fossem nacionais de certos países em determinados locais, seja por falta de voos ou limitação pelo próprio Estado em receber imigrantes. Recentemente, passamos por uma pandemia, na qual pessoas de determinadas nacionalidades – como brasileiros – foram barradas de entrar em vários países da Europa, o que não aconteceu para pessoas com dupla cidadania europeia. Casos de guerra também se aplicam neste cenário. Essa maior mobilidade entre fronteiras pode ser vantajosa, pois ajuda a “driblar” as restrições governamentais e garantir a plena liberdade mais rapidamente.

Governos ditatoriais também são capazes de apreender documentos de seus opositores políticos, o que limita a liberdade de movimentar-se por diversas regiões e, até mesmo, direitos básicos do cidadão, como votar e estudar. Neste cenário, um passaporte de outro país é uma excelente alternativa para que este cidadão consiga se mudar e sair dessa situação. 

Direito estendido aos filhos

É importante salientar que o direito à cidadania de outro país geralmente se estende ao cônjuge e aos herdeiros do requerente principal, pelo que um segundo passaporte pode não ser somente uma garantia para uma pessoa, mas para a sua família também. 

Além disso, ainda que você sinta que não há a real necessidade deste benefício neste momento, não é possível prever para onde caminhará a história de sua pátria e do mundo, e pode ser que o passaporte venha a ser um divisor de águas para seus filhos, netos ou bisnetos futuramente.

Família de quatro pessoas dando as costas para a foto e olhando para um mar azul à sua frente

Acesso à saúde e educação

Sendo considerado um cidadão, este usufrui dos mesmos direitos daqueles nascidos no território. Por isso, tem direito a utilizar o sistema de saúde da nação e a acessar as melhores escolas e universidades como um habitante, e não como um estrangeiro, o que traz uma série de vantagens econômicas. Em Portugal, por exemplo, há diferenças nas mensalidades de escolas e faculdades para pessoas com passaporte português e para estrangeiros.

Vale destacar que quando alguém precisa fugir de seu país de origem, sua situação financeira pode ser delicada. Talvez em função do pouco dinheiro disponível em sua conta – principalmente considerando que alguns governos autocráticos podem congelar os bens e o patrimônio da população -, ou pela dificuldade de encontrar emprego em um lugar ao qual não está acostumado com o mercado de trabalho. 

Neste contexto, custos reduzidos em saúde e educação aparecem como uma grande ajuda, principalmente na falta de uma conta bancária e dinheiro reservado neste segundo país. Além disso, os familiares dependentes que também possuem a cidadania, como companheiro(a) ou filhos, podem usufruir dos mesmos benefícios. 

Conheça a Você Português

Achou conveniente ir atrás de uma cidadania como seguro de proteção e quer saber como é o processo em Portugal, Espanha ou Itália? Conte com a ajuda da Você Português, uma assessoria completa para aqueles que buscam viver no Estado Ibérico, seja para realizar um sonho, mudar de vida, ou ter uma garantia diante de possíveis problemas no país de origem.

Dispomos de uma equipe especializada e capacitada para acompanhar os mais diversos casos de busca pelo passaporte europeu e dar entrada em pedidos nas conservatórias portuguesas, o que garante um processo mais rápido, transparente e menos burocrático para o interessado.

Ainda é possível começar o processo por conta própria, mas se precisar de ajuda no caminho, contamos com o serviço de Consultoria Jurídica. Com ele, é possível tirar dúvidas sobre os requisitos e etapas do pedido de cidadania portuguesa com um profissional especializado, além de ter seus documentos analisados por alguém qualificado.

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